Tudo o que um lápis pode conter
Espaço de partilha sobre as actividades de Expressão como Actividades Globalizantes e Interdisciplinares fundamentais no desenvolvimento da criança. Teve por base a acção de formação que já partilhei ao longo de alguns anos, mas pretende-se ir mais além...Compreender a arte da criança, simplesmente respeitando-a, nesse acto individualizado de expressão
livre, que só a si lhe pertence e como tal deve ser respeitado. Espaço ainda para a literatura infantil como mediador e receptor da expressão livre e espaço para a arte em geral!
domingo, 30 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Do!
Do!, publicação vencedora do Bologna Ragazzi Award 2010 na categoria de novos horizontes, deve a sua singularidade à opção cromática adoptada, branco sobre ocre, em associação com o seu (quase) infinito potencial narrativo. Este livro foi produzido manualmente pelo uso do processo serigráfico de impressão a branco sobre papel kraft reciclado, recriando, por via da cor, uma arte rural tradicional da comunidade Warli da Índia ocidental. Originalmente, em dias festivos, as paredes das casas desta comunidade eram cobertas com lama e decoradas com tinta branca, gravando momentos especiais da aldeia ou apenas cenas da vida quotidiana. Os desenhos desta tribo têm como base de construção figuras simples, como o triângulo ou o círculo, a partir dos quais tudo se representa de forma dinâmica e em constante movimento. Em Do! encontramos páginas repletas destes desenhos acompanhados por uma única palavra, um verbo (ou dois), por página dupla, que simulam os afazeres característicos de uma vida rural em comunidade. A utilização desta abordagem visual, que se assemelha a uma escrita pictográfica, oferece-nos, muitas vezes, páginas que em tudo se parecem com complexas e precisas rendas providas de uma beleza refinada, apresentando uma narrativa copiosa em detalhes que clama ser saboreada em profundidade. Com este livro (como refere o texto da contracapa), e de forma bem divertida, a criança pode aprender os verbos, descobrir as histórias que cada página encerra, falar e aprender sobre a vida na aldeia, assim como brincar desenhando, numa tentativa de replicar o estilo Warli, agora contando as suas próprias histórias.
Gabriela Sotto Mayor para a Casa da Leitura.
16 Maio 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
O desenho Infantil

• Editora: Cultrix
• Autor: FLORENCE MEREDIEU
• Ano: 2001
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Pra quem mora lá, o céu é lá - OSGEMEOS

Nascidos em 1974, Os irmãos brasileiros Gustavo e Otávio Pandolfo conhecidos como Os Gémeos, como é conhecida a dupla de criadores, começaram a grafitar no bairro do Cambuci, em São Paulo, no final dos anos 80. Pela rua, pelos muros, pelo movimento do hip-hop. Hoje, os seus desenhos são bem conhecidos e existem não apenas na rua mas também em espaços expositivos.
Os Gemeos, estão envolvidos na criação dum mundo fantástico, cheio de histórias quotidianas em forma de poesia. A pintura feita nas ruas e as criações feitas para obras e instalações em galerias e museus partem da mesma inspiração onírica que existe dentro da mente destes gémeos, cuja obra é agora apresentada pela primeira vez em Portugal.
No Museu Colecção Berardo, mostram, além de uma selecção de obras conhecidas, trabalhos inéditos produzidos propositadamente para este espaço lisboeta.
Obrigatória a visita deste espaço cheio de criatividade!!! Delicioso. Recomendo.
A exposição Os Gemeos - Pra quem mora lá, o céu é lá, iniciou-se hoje dia 17 de Maio, no Museu Colecção Berardo e está patente até 19 de Setembro.
Museu Colecção Berardo - Praça do Império
Lisboa
Aberto todos os dias das 10h às 19h (última entrada às 18h30)
Sábados das 10h às 22h (última entrada às 21h30)
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