Quase, quase a chegar.
Tudo o que um lápis pode conter
Espaço de partilha sobre as actividades de Expressão como Actividades Globalizantes e Interdisciplinares fundamentais no desenvolvimento da criança. Teve por base a acção de formação que já partilhei ao longo de alguns anos, mas pretende-se ir mais além...Compreender a arte da criança, simplesmente respeitando-a, nesse acto individualizado de expressão
livre, que só a si lhe pertence e como tal deve ser respeitado. Espaço ainda para a literatura infantil como mediador e receptor da expressão livre e espaço para a arte em geral!
domingo, 19 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Catarina Correia Marques
uma ilustradora a descobrir
o Blog hipopomatos na lua entrevistou a ilustradora. Carregar nos itens seguintes para ver os videos
sábado, 23 de março de 2013
Zoo, de Suzy Lee
Uma viagem ao Zoo vista de dois primas: Num primeiro plano o olhar de uma criança ávida de descoberta onde as páginas coloridas acompanham uma visita ao macaco, ao urso, aos hipopótamos, elefantes, girafas, aves e claro os gorilas.
Por outro lado, um olhar dos pais, em páginas cinzas, nas mesmas visitas mas com emoções bem diferentes da sua filha.
Porque uma visita ao Zoo pode ser muito excitante para uma criança... e para os pais também...
Um livro a visitar!!!
ECSilva
quarta-feira, 20 de março de 2013
Desafio: Adivinha quem eu sou II
Depois do desafio anterior com a ilustração escondida de João Vaz de Carvalho
O Blog Hipopomatos na Lua tem um novo desafio. E desta vez quem é ??
segunda-feira, 4 de março de 2013
A História do Conto - Como nasce um livro
Abre hoje ao público na Biblioteca Municipal de Cascais - Casa da Horta da Quinta de Santa Clara a Exposição "A História do Conto - como nasce um livro". Visitável de segunda a sábado, vai ter uma visita guiada aberta ao público (por marcação), no próximo sábado dia 9 às 11h, onde Filipe Lopes vai responder a algumas questões sobre o processo criativo que resultou na obra "A história do Zeca Garro", a partir da qual nasce esta exposição.
A propósito do trabalho de promoção da leitura e da Semana da Leitura 2013, o autor estará na próxima quinta-feira no "Fórum de Artes e Cultura" da RDP Internacional. Nesta conversa não poderia ter mais ilustre companhia, estará o Comissário do Plano Nacional de Leitura, Fernando Pinto do Amaral. in: Filipe Lopes
A propósito do trabalho de promoção da leitura e da Semana da Leitura 2013, o autor estará na próxima quinta-feira no "Fórum de Artes e Cultura" da RDP Internacional. Nesta conversa não poderia ter mais ilustre companhia, estará o Comissário do Plano Nacional de Leitura, Fernando Pinto do Amaral. in: Filipe Lopes
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Lançamento do livro: A Fábrica do tempo
Livraria Cabeçudos (Rua António Lopes Ribeiro, 7A, 1750-312 Lisboa)
Na Grande Fábrica onde se faz o Tempo está a haver uma revolução! A escolha do Ano Novo costuma ser feita ao acaso mas este ano todos podem dar uma opinião. Um ano especialista em matemática propõe muita organização, outro, mais folião, quer festas todos os dias. O que será, então, que o Novo Ano nos vai trazer?
Um texto imaginativo de Sílvia Alves, ilustrado com mestria pelo multi premiado ilustrador canadiano Pierre Pratt. Editado pelos Livros Horizonte.
Um texto imaginativo de Sílvia Alves, ilustrado com mestria pelo multi premiado ilustrador canadiano Pierre Pratt. Editado pelos Livros Horizonte.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
A Locomotiva
A Locomotiva
Texto de Julian Tuwin, Ilustração de Paulo Galindro. Editora: Qual
Albatroz (2012).
Partindo de um texto de de Julian
Tuwin, a Locomotiva, poema da Polónia mais contado no país de origem, chega-nos
a uma qualquer estação encantada pesada e enorme, afltiva.
Da sua pança sai "uf que
calor", mal respira. Trás em cada vagão, não sei quantos, mais de quarenta
parece, surpresas de uma estética visual repleta de originalidade criativa que
nos deslumbra e devora o olhar, a cada virar de página uma nova surpresa com
que Paulo Galindro nos presenteou neste livro que faz desejar viajar com ela
entre os dedos de uma criança...
A Locomotiva encontra-se,
merecidamente, como finalista dos prémiosde edição ler/booktailors referentes a 2012 na categoria
de melhor ilustração original e design de obra infantil.
ECSilva
ERA UMA VEZ UM CÃO
ERA UMA VEZ UM CÃO.
Texto de Adélia Carvalho, Ilustrações de João Vaz de Carvalho. Editora TCHARAN (2012)
Decorreu no passado sábado o lançamento de ERA UMA VEZ UM CÃO na FNAC. De manhã no CCColombo, à tarde no Chiado.
Felizmente pude assistir a uma tarde plena.
A apresentação do livro contou com a presença de Eduardo Filipe a quem devemos, entre outros feitos, a realização da Ilustrarte - Bienal Internacional de Ilustração para a Infância.
Falar de Adélia Carvalho é falar da Livraria Papa Livros , e da TCHARAN .
É falar de paixão pelos livros, de fabulosos livros publicados e desta vez um muito especial.
ERA UMA VEZ UM CÃO é uma história rimada com um cão ominipresente. Acompanhada pelas fabulosas e sobejamente reconhecíveis ilustrações de João Vaz de Carvalho . Partindo do conta-me uma história, a narrativa vai crescendo em forma de acumulação de modo sempre inesperado. Cada personagem acompanhada em rima pela sua característica, transforma-se num jogo de lenga lenga, permitindo ao leitor um ritmo e uma cadência com todo o desfile de personagens bem recheados de humor na ilustração sedutora e cativante num traço de non sense e metáfora visual.
Bem, no final desenganem-se se a história acaba, ela vai recomeçar indefinidamente. A história do cão? Bem, a do cão não sei. Só posso garantir que é um livro ilustrado de história deliciosa, com potencialidades para constituir um bom veículo de transmissão de arte que se completa (texto e ilustração) numa sintonia perfeita.
A Adélia contou: Era uma vez ....
Um prazer sempre, estar com a minha amiga Adélia.
ECSilva
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
HIPOPÓMATOS NA LUA
Os HIPOPÓMATOS NA LUA um blog de literatura infantil a visitar. Dizem as autoras do blog:
Vale a pena a visita regular a este blog que com uma frequência invejável nos presenteia com posts fresquinhos sobre livros e histórias que nos encantam. Aproveitemos pois a boleia prometida!
Podem também encomendar o delicioso calendário para 2013, o qual não posso deixar de referir me reporta a uma história que bem aprecio: "Os quatro músicos". Bem... mas isso é outra história...
EC
Zé Pimpão, o «Acelera»
Zé Pimpão, o «Acelera»
Versos de José Jorge Letria e Ilustrações de André Letria
Editora: Terramar (2003)
Dois autores bem conhecidos, já consagrados com alguns prémios fazem deste livro cheio de humor mas com uma mensagem bastante pertinente que pode ser o mote para introduzir a prevenção rodoviária no jardim de infância e/ou 1º ciclo.
EC
in rubrica Prelo CEI 72 (out a dez 2004)
Podem também ver o video que é uma preciosidade.
Músicos contados aos jovens
Músicos contados aos jovens
Madalena Gomes (2001) Lisboa:Vega
Livro que reúne pequenas biografias de músicos do séc. XVII ao séc. XX, desde o rei D. João IV, também músico, ao compositor Lopes Graça, passando por Vivaldi, Bach, Haydn, Mozart, Beethoven, Mendelssonh, entre outros, num total de quinze biografias (entre alguns portugueses).
Como a autora refere: "que seríamos nós sem a música..." (pg.7). Como tal é um bom instrumento educativo, para fazer chegar a crianças e jovens uma leitura acessível, com alguns pormenores curioso da infância dos referidos músicos.
Elvira Cristina Silva
in: Rubrica Prelo CEI 73 (jan a março 2005)
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Edição digital de livros para crianças discute-se na Gulbenkian
Um encontro para discutir formas de contar histórias para crianças no ecrã, nesta segunda-feira, na Fundação Calouste Gulbenkian, é a primeira actividade da Nave Especial, um projecto que junta a editora Pato Lógico e a empresa Biodroid. Neal Hoskins, consultor para a área digital da Feira do Livro Infantil de Bolonha e produtor de conteúdos para a editora Wingedchariot, foi pioneiro nas Stories to Touch para iPhone e iPod e defende que não se deve exagerar nos efeitos especiais
O que muda no processo criativo quando se imagina uma história para ser contada e ilustrada no ecrã de um tablet? Um livro digital para crianças tem de viver de efeitos especiais e interactividade? E ainda assim é um livro? Para tentar responder a estas e outras perguntas, realiza-se nesta segunda-feira a conferência ABC da Edição Digital, com os escritores Rui Zink e Afonso Cruz (também ilustrador), o músico Filipe Melo e o produtor de jogos António Saraiva, a integrarem o primeiro painel: Para além do papel, por detrás do ecrã.
O encontro, na Fundação Calouste Gulbenkian, é organizado pelo projecto Nave Especial (que junta a editora Pato Lógico e a empresa Biodroid) e por Neal Hoskins, consultor para a área digital da Feira do Livro Infantil de Bolonha e produtor de conteúdos para a editora Wingedchariot. “Queremos pôr toda a gente a pensar num produto novo. Não é bem um livro, mas não deixa de o ser, nem um filme de animação. Pode ser que surja um nome. Por enquanto, chamamos-lhe histórias digitais ilustradas”, diz André Letria, ilustrador e editor da Pato Lógico.
Neal Hoskins não tem dúvidas. “Começa-se sempre por uma boa história e isso nunca mudará”, diz ao PÚBLICO, via email. E gosta de citar John Lassetter, da Pixar, “a arte desafia a tecnologia e a tecnologia inspira a arte”, mas sabe que “ainda não estamos nessa fase”. A grande transformação, segundo o especialista, “será na relação entre o editor e os autores/artistas”. Outra mudança:“O maior envolvimento dos leitores no processo narrativo. A noção de ‘jogo’ terá de ser revista, assim como o conceito de ‘brinquedo pedagógico’, uma área que me agrada muito.”
As possibilidades técnicas ampliam a criatividade ou provocam ruído no que se entende como leitura? “O hábito de se tocar no ecrã sempre à espera de que algo aconteça nem sempre ajuda. Quando estamos a trabalhar numa história para suporte digital, temos de ter a consciência de que o excesso de efeitos especiais não deve substituir os aspectos essenciais da leitura. Mas claro que se pode brincar com sons e outras situações divertidas”, defende Neal Hoskins, que em 2009 apresentou em Portugal o o projecto pioneiro Stories to Touch (da editora britânica Wingedchariot),na altura disponíveis para iPhone e iPod por 0,65 euros.
Ler no papel e no vidro
Quem aposta nos novos suportes não se propõe substituir o livro em papel, mas conviver com ele. E “todos os estudos indicam que quem mais lê digitalmente também é quem mais lê em suportes tradicionais e vice-versa”, diz a investigadora em novos media Cátia Ferreira, que irá apresentar um projecto de investigação em leitura digital, do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (Instituto Universitário de Lisboa), coordenado pelo professor Gustavo Cardoso e financiado pela Gulbenkian.
Quem aposta nos novos suportes não se propõe substituir o livro em papel, mas conviver com ele. E “todos os estudos indicam que quem mais lê digitalmente também é quem mais lê em suportes tradicionais e vice-versa”, diz a investigadora em novos media Cátia Ferreira, que irá apresentar um projecto de investigação em leitura digital, do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (Instituto Universitário de Lisboa), coordenado pelo professor Gustavo Cardoso e financiado pela Gulbenkian.
Dedicando-se sobretudo ao estudo de plataformas sociais digitais, Cátia Ferreira integra o painel Novas estruturas de acesso ao leitor, partilhado com Fernando Pinto do Amaral (comissário do Plano Nacional de Leitura), Carlos Pinheiro (professor e blogger) e Isabel Minhós Martins (escritora e editora do Planeta Tangerina).
Para a investigadora, “o aparecimento de e-readers e tablets, e a sua aceitação por parte do público leitor, veio acentuar a necessidade de mudança na forma como os conteúdos editoriais são disponibilizados”, pelo que, os editores, “se quiserem manter o seu papel de destaque enquanto divulgadores culturais, precisam de adoptar estratégias de edição digital que respondam às necessidades do público”.
Foi a percepção de que esse era o caminho a seguir que uniu André Letria e Tiago Ribeiro no projecto Nave Especial, que apresentam como “uma odisseia digital em busca de formas de vida criativa”. Depois de em conjunto já terem criado três aplicações, Incómodo, Estrambólicos e De Caras, decidiram alargar o âmbito da sua parceria, promovendo “a reflexão sobre tudo o que se relacione com edição de livros para crianças, descobrir novas formas de trabalhar conteúdos digitais e proporcionar oportunidades para a publicação de autores portugueses”.
No final da conferência, ambos irão lançar o Prémio Nave Especial — Histórias Digitais Ilustradas. Os autores podem concorrer individualmente ou em equipa até final de Março. Pode haver participação estrangeira, mas terá de existir um interlocutor português. O vencedor verá a sua história transformada em aplicação, assim como assegurada a sua divulgação.
O apoio da Sociedade Portuguesa de Autores permitirá ainda um adiantamento de 20% dos direitos da venda, baseando-se na expectativa de descarregamento da aplicação. “É muito difícil quantificar para já em valores absolutos. Depende muito do que surgir. Se aparecer algo totalmente inovador, podemos pensar em 10 mil descarregamentos imediatos”, explica André Letria, que lembra que nas edições em papel o valor habitual é de 5% sobre o preço de capa.
Para entrar no concurso, é preciso criar um guião, um storyboard, uma memória descritiva e algumas imagens finalizadas. “É um pouco como se faz nos concursos de cinema e de animação.” Afinal, o mais parecido com o que está agora a nascer.
O livro/aplicação Incómodo pode ser descarregado gratuitamente aqui: https://itunes.apple.com/hk/app/snap-stories/id450729192?mt=8
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Ação de formação "O outro lado do lápis"
O Outro lado do lápis – desenvolvimento gráfico infantil e áreas de expressão
Formadora
Elvira Silva
Local
APEI, Lisboa
Destinatários
Educadores de infância e professores do 1º CEB
Modalidade
Curso
Calendarização
fevereiro: 20, 28; março: 6, 13 horário: 17/21h; abril: 3, 10 horário: 17h/21h30
Nº de Horas
25
Unidades de crédito
1
Registo de Acreditação
ACC - 72816/13
Conteúdos
- Jogos de expressão, exploração, experimentação, relação corporal e globalização dos saberes;
- A expressão e Educação dramática;
- As actividades de Expressão como Actividades Globalizantes e Interdisciplinares;
- Áreas de expressão: Atitudes face à vivência de experiências expressivas;
- O jogo da arte na criança.
- A expressão e Educação dramática;
- As actividades de Expressão como Actividades Globalizantes e Interdisciplinares;
- Áreas de expressão: Atitudes face à vivência de experiências expressivas;
- O jogo da arte na criança.
consultar:
As partidas do Sebastião
“As partidas do Sebastião” Texto de Laurence Bourguignon e ilustração de Nancy Pierret – Minutos de Leitura (2005)
O Sebastião tem uma irmã, os dois vivem numa ilha e o Sebastião não para de arreliar e de pregar partidas à irmã. Até perceber que não consegue estar sem ela.
Um livro que aborda as emoções, focando a questão das “brigas” entre irmãos. …porque normalmente é mais fácil magoar quem gostamos, quando estamos um pouco mal dispostos com a vida.
Um livro que aborda as emoções, focando a questão das “brigas” entre irmãos. …porque normalmente é mais fácil magoar quem gostamos, quando estamos um pouco mal dispostos com a vida.
Elvira Cristina Silva
in: rubrica Prelo CEI 84
O Livro da Avó
Silva, L. (2007) “O Livro da Avó” Edições Afrontamento
Um livro para crianças tem a particularidade de ser especial quando de imediato, prende também a atenção dos adultos. Como os momentos simples da vida… Repletos!... De sensações, mesmo quando em determinada página o texto não existe e há um nó na garganta de saudade. Saudade de alguém… de uma avó especial.
Para além da abordagem da morte e da saudade de uma forma simples, outra particularidade deste livro é o seu invulgar e amplo formato que realça a belíssima ilustração onde predominam os tons escurecidos que sugerem um passado presente na memória. Livro que merecidamente recebeu o Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância.
Elvira Cristina Silva
in: rubrica Prelo CEI 84
As Férias do Pai Natal
As Férias do Pai Natal
Texto de Lourdes Custódio Ilustrações de José Cardoso Marques
(2001), As Férias do Pai Natal. Porto: Campo das Letras.
(2001), As Férias do Pai Natal. Porto: Campo das Letras.
Fantasia, sonho e imaginação misturados nos contextos reais da vida das crianças é o resultado deste pequeno livro em tamanho, mas grandioso de significado e poesia.
Porque o Pai Natal também sente e vive no mundo dos nossos dias, revela-se nesta história um Pai Natal versátil, actual, munido de telemóvel e computador portátil que não descura a sua eterna faceta de responsável no que se refere às suas tarefas.
Um modo diferente de ver o eterno e místico “velhote de barbas”, que poderá decerto constituir um bom presente de Natal para crianças e...não só, também para quem tenha sempre presente o espírito da infância e da poesia nas nossas vidas. Um livro para qualquer época do ano, porque como diz o poeta “natal é quando um homem quiser”.
A acrescentar que a autora do livro concede ao IAC (Instituto de Apoio à Criança) todos os direitos autorais que resultam da venda deste livro.
Porque o Pai Natal também sente e vive no mundo dos nossos dias, revela-se nesta história um Pai Natal versátil, actual, munido de telemóvel e computador portátil que não descura a sua eterna faceta de responsável no que se refere às suas tarefas.
Um modo diferente de ver o eterno e místico “velhote de barbas”, que poderá decerto constituir um bom presente de Natal para crianças e...não só, também para quem tenha sempre presente o espírito da infância e da poesia nas nossas vidas. Um livro para qualquer época do ano, porque como diz o poeta “natal é quando um homem quiser”.
A acrescentar que a autora do livro concede ao IAC (Instituto de Apoio à Criança) todos os direitos autorais que resultam da venda deste livro.
Elvira Cristina Silva
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